Ela indelicada e nervosinha, ele calmo e carente. Ela quieta e fechada, ele alegre e com olhos tão tristes. Ela insensível e fria, ele carinhoso e sensível. Ela louca, ele bobo. Completos idiotas juntos. Ela tão indecisa, ele tão decidido. Ela arrisca, mas, não vai até o fim, ele com sua insegurança luta e não desiste. Ela ama em silêncio e não demonstra, ele corre atrás e ama intensamente. Em certos aspectos tão opostos, mas ao mesmo tempo tão iguais. Tão ela, tão ele… Tão imperfeito, mas tão completo, pois quem disse que pra amar precisa ser perfeito? Eles nunca ligaram pra essa tal de perfeição. O imperfeito é assim mesmo, tão misterioso, tão cativante, tão ela, tão ele, tão ‘eles’… (Keiti S. S. da Rosa)